Meus pais foram ao Alto da Boa Vista neste sábado. Enquanto subiam, um senhor passou de carro e os olhou (mas era só um motorista)... Resolveram almoçar quando, de repente, o cara do carro os abordou acompanhado de sua esposa:
-Rapaz, quanto tempo! Você tá sumido! Como vai?
Meu pai: - Vou bem! E Você?
- Poxa, que legal te reencontrar. Querida, esse é aquele sujeito que te falei, que trabalhou lá comigo. E essa é a esposa dele. Como vai?
Minha mãe: - Vou bem também. Essa é a sua esposa?
- É! Que legal te ver por aqui. Faz muito tempo.
Meu pai: - Pois é, Bicho, acontece.
- Poxa, adorei rever vocês! Bom almoço aí! Tchau.
O casal deu meia-volta e foi embora.
Minha mãe: - Waldney, quem é esse cara?
- Eu sei lá!
Há uns seis ou sete anos atrás, estávamos meus pais, irmão e eu na Lagoa, curtindo um fim de semana de sol, quando um policial se aproximou e abraçou meu pai:
- Pô, cara, como você tá? Tu anda sumido...
Meu pai: - Ih, sumido tá você!
- Hahaha! Sempre brincalhão. Sua esposa? Seus filhos?
- É...
- Tudo bem? (cumprimentou todos nós) Pô, maneiro te ver. Vou nessa, agora. Valeu, hein!
- Vê se não some mais, hein, malandro!
Minha mãe: - De onde tu conhece esse cara, Waldney?
- Eu sei lá!
Essas histórias são as que mais me motivam a saudar alguém no elevador. Um sorridente "Bom dia" pode mudar o humor de alguém que esteja deprimido, ou sonolento. Já perceberam como o riso é contagioso? Não custa nada cumprimentar as pessoas que farão parte do seu dia-a-dia, ou aquelas que veem em você um amigo que há muito não encontra. É tudo uma questão de educação.
O Waldeco não é mole não.
ResponderExcluirO DNA engraçado da família se faze presente em todos so momentos.